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O caso da miúda Esmeralda

24 Jan

Não sabia que em Portugal havia tanta gente entendida em leis, adopção, decisões de tribunais, opiniões acerca de juízes, etc, este País  e com a idade que tenho ainda me consegue surpreender.Fantástico.

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4 Comentários

Publicado por em Janeiro 24, 2007 em Day by day

 

4 responses to “O caso da miúda Esmeralda

  1. nikonman

    Janeiro 25, 2007 at 2:17 pm

    na mouche!

     
  2. Tania

    Janeiro 25, 2007 at 8:30 pm

    APOIADO!!
    Mas ja devias ‘tar habituado… o bom portugues sabe sempre tudo sobre tudo!!

     
  3. re21

    Janeiro 25, 2007 at 11:05 pm

    É tudo entendido no assunto…

     
  4. Ana

    Janeiro 29, 2007 at 10:52 pm

    No meio desta embrulhada de informações e contra-informações, de tantos culpados que até se torna impossível apurar o maior culpado, de tantos erros e morosidade da justiça e das instituições, qual é o verdadeiro papel da Esmeralda? Continuará a ser um mero produto genético a devolver, a todo o custo ao seu legítimo «dono»? Será uma «arma» para punir os desobedientes? Ou continuará a ser a vítima privilegiada de uma justiça cega, insensível, autoritária e criminosa que teima em fazer cumprir suas decisões cruéis e desumanas?
    Quando decidem sobre estes casos, os Srs. Drs. Juízes deveriam ser sensíveis ao seguinte:
    -O amor paterno não está codificado nos genes.
    – O maior interesse de uma criança não é viver junto dos seus cromossomas, mas sim viver com quem ama e por quem é amada, independentemente da biologia
    – A personalidade de um ser humano forma-se nos primeiros 3 anos de vida, e é determinada, sobretudo, pelos seus primeiros vínculos afectivos, que são também os mais fortes e tendem a manter-se para o resto da vida. Quebrar estes vínculos aos 2,5 anos ou aos 5 anos, é destruir o afecto, a estabilidade emocional e os alicerces da personalidade, resumindo, é destruir uma vida, é comprometer um futuro. Muitas destas crianças tornam-se agressivas e revoltadas e, mais tarde, adultos violentos, desprovidos de afecto e com dificuldades de relacionamento.
    Quem tem os devidos conhecimentos ou algum poder na do nosso país, deveria tudo fazer para alterar tal atitude face ás crianças. Será que queremos mais Vanessas, mais Edgarzinhos, ou outros tantos, vítimas de decisões judiciais tão semelhantes a estas?

     

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